É intrigante ver tantas coisas ruins acontecendo, ou ver, que as vezes, isso tudo é da nossa natureza, e é da nossa personalidade errar, sentir inveja, ciúme.
Francis, sentira ciúmes de seu pai e principalmente de seu convívio com Marries, mas isso foi passando e ela com o tempo foi se acostumando com a presença de Marries e por insistência do pai, elas viraram “amigas” , não muito chegadas, mas foram começando a se dar bem. Francis viu que Marries era boa pessoa e que não faria nada de mal a seu pai, Garlatos, que ficara contente com isso, admirou o crescimento da filha.
O tempo foi passando, a amizade entre Francis e Marries foi se aprofundando e elas viraram grandes amigas assim como Ulisses e Felicios.
Certo dia, Garlatos apresentou Ulisses ,que chegara de surpresa em sua casa, a Marries e os dois se conheceram, Ulisses ficou encantado e se apaixonou pela menina doce e delicada.
Francis que conhecia Ulisses de ouvir falar, já sabia de sua fama , mas nunca teve a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, foi aí que ela o conheceu, e se encantou.
O triângulo amoroso, iria ter mais um lado, Felicios que só conhecia Francis, encontrou-se com Marries por acaso, em um trem no Vale do Truman, os dois conversaram sem saber os amigos em “comum” até que eles viram que tinha muito, mas muito em comum.
Eles falaram, conversaram sobre tudo, sobre suas famílias, sobre seus estudos, sobre suas vidas e seus objetivos e sonhos. Marries gostou demais da nova amizade e Felicios também, ambos acharam alguém em que podiam se identificar, e contar mesmo tudo, foi o ombro amigo.
Aqui a história de Felicios e Marries se cruza, Ulisses, Francis e Garlatos também, eles começam a ver que juntos poderiam fazer os seus sonhos tornarem realidade, afinal tudo é contagioso.