Arquivo para Outubro, 2007

ABORTO : Coibir ou liberar?

Afinal, o que será que prende tanto as pessoas a debaterem tanto esse assunto e não chegar a conclusão nenhuma?
Por que é tão simples, você tem uma moça, jovem bonita e que engravidou indevidamente, essa moça, está terminando sua faculdade e não tem condições de bancar um filho que poderia atrapalhar seu sucesso profissional e até tirá-la da faculdade, ela decide então abortá-lo porque não tem condições de sustentar e não irá dar uma vida mediocre ao filho e pensa em si própria também.
Hoje, se discute muito várias coisas, até que ponto a vida começa no feto, se tem ou não sistema nervoso, se tem ou não vida, coração, cérebro, aí é outros quinhentos.
Será que não está faltando maturidade nos relacionamentos? Porque hoje no nosso mundo, temos tudo, temos camisinha, pilulas, métodos anti-concepcionais e o escambal a quatro.
Na minha opinião, voto em liberar o aborto. Bato na tecla de que um filho que não terá condições de ser criado, não deve nascer e que pra mim a vida começa quando nasce que é quando a criança tem relacionamentos, e convive, enquanto bebê na barriga é apenas um ser sem consciência, sem relacionamento e sem ego. Mas, tem gente que diz que é melhor que tenha o filho e o coloque a adoção, falam porque nunca foram abandonados em um orfanato esperando e as vezes em vão, um casal, ou família o escolher, virou vitrine, o mais bonitinho mais novinho e conservado, pronto vou levar!.
Chega até a ser inútil, mas a solução e a saída pode ser liberar mesmo, porque você tem uma criança que poderá nascer decorrente de um estrupro e será marca daquilo, ou uma criança que será fruto de um relacionamento quebrantado, ou até uma criança deficiente (como sem cérebros ou com morte depois do parto) que pode as vezes comprometer a mãe.
O aborto é um problema de saúde pública, de mentalidade e de consciência, deve se refletir antes de tomar uma posição, porque não somos NINGUÉM para julgar quem abortou ou deixou de abortar, pois não passamos por isso, não vivemos isso, julgue, quando você sofrer na pele o que é abortar, fale da dor e fale da facilidade, fale do que você sentiu.

J[']

As aventuras de Felicios e Marries – capítulo quatro

Ulisses Rebusculos e Felicios eram os únicos que questionavam em sala de aula, e isso revoltara demais os professores que viviam reclamando daqueles alunos que viviam perguntando sobre tudo e todos. Isso despertou o interesse de Garlatos que ouvira uma dessas conversas ao acaso.
Garlatos não sabia como chegar em Ulisses, visto que o garoto era muito protegido e tinha até um certo medo, de sentir rejeitado pelo futuro prefeito do Vale do Truman. Garlatos tentou fazer isso durante 5 meses, e nunca conseguia, as vezes por medo, outras por outros que não permitiam.
Durante esse tempo, Felicios começou a se aproximar de Ulisses, e viraram grandes amigos, amigos mesmo daqueles de saírem e baterem papos a altas horas da noite, de conversar sobre as paixões, e até sentar na beira da porta de casa e começar a ouvir música, os dois eram muito amigos. Esta amizade foi muito boa para Felicios que em si despertara outro sentimento que foi tomando conta dos ruins , e Felicios foi cada vez mais se transformando, e essa mudança já era notável.
Marries que já conhecia Garlatos, conversava muito sobre a cidade, e sobre o que ela poderia fazer pra mudar, Garlatos discutia com ela sobre os mais diversos assuntos também e os dois viraram parceiros de idéias.

Nunca citei aqui, mas Marries era encantadora, na flor da idade com 16 anos, ela era linda. Cabelos pretos e pele branca, olhos que tinham a cor de um oceano, e sua beleza aflorava mais com seu interior, dona de um carater belíssimo e que promovia suspiros em muitos rapazes , que ela nunca dava moral, pois acreditava que a beleza estava além do superficial e da aparência, acreditava no amor “cego”.
Ulisses, era um bom rapaz e que tinha um amor dito platônico por Marries desde que ela chegara a cidade do Vale do Truman, mesmo Marries nem sabendo de sua existência, Ulisses era apaixonado por ela, pelo seu jeito e por tudo,só que nunca tivera coragem de se declarar a ela, mal conhecia Marries.
Já Felicios não tinha aflorado ainda sua vida amorosa, não gostava de ninguém por enquanto, era tranquilo, mas ainda esperava por alguém que fizesse seu coração bater.

Garlatos tinha uma filha e seu nome era Francis , Francis era uma menina que se comparava a cidade, nasceu ali e era apática dessa mesma forma, não gostava de muitos e nunca foi com a cara de Marries, ela sentia inveja do convívio de Marries e seu pai.
Mas Francis, amava seu pai demais, e por mais que esse sentimento aparecesse, ela tinha é ciúme, coisa de adolescente.

Certo dia, Garlatos conseguiu falar com Ulisses, e foi meio sem querer, e os dois começaram a conversar, e bateram um bom papo, conversaram sobre a escola e sobre a vida. Garlatos era muito simpático e gostava da juventude.
Ulisses gostou de Garlatos e entusiasmado com a nova amizade, foi correndo apresentá-lo a seu melhor amigo, Felicios.
Assim naquela noite, passaram juntos os três , Felicios , Ulisses e Garlatos conversando sobre a acidez da cidade, sobre o convivio social e sobre o cotidiano.

Continua

Aproveitar seu tempo de vida[videos]

Dando uma olhada em alguns sites, encontrei essa da Sprint

Créditos a magaiver.blig.ig.com.br

Vale a pena ver, nele você calcula quanto tempo você gasta com coisas do cotidiano e depois você vê formas de economizar tempo de vida, em coisas banais como amarrar o tênis, tirar a camiseta ou quebrar um ovo. No caso da camiseta , segundo o site, diz que de uma certa forma é possivel economizar três dias de vida.

Muito interessante, dê uma olhada.

as aventuras de Felicios e Marries – capítulo três

É ruim e complicado, querer mudar o mundo e alguma coisa, e sentir a impotência de que tudo o que se fez foi em vão, e que não mudou nada. E ver que você faz, faz e faz e alguém chega e não faz nada pra ajudar. Era assim que Garlatos se sentia, porquê em uma cidade tão apática e fria, ele queria mudança, nos políticos, na escola e nos alunos, e por mais que tentasse , nada acontecia. E Felicios se identificava com esses ideais.
Felicios ainda não era aluno de Garlatos, ele era mais novo e só iria se encontrar com ele no próximo ano, mal sabia ele que sua vida iria mudar naquele instante, porque se encontrariam e juntos iniciariam uma revolução na vida deles, na vida da cidade e na vida de suas famílias. Mas ainda não é hora de descrever Garlatos, isso fica para uma outra hora.
Felicios, em ínicio de ano letivo, foi para a escola, sua sala tinha apenas 8 alunos e era fria, como o alasca. Naquele ano, Felicios resolveu que mudaria seu jeito de viver, ele começou em sua mente a retratar aqueles pensamentos revolucionários e encabulados, e começou a se analisar, e resolveu mudar seu comportamento em casa, com sua mãe e amigos.
Marries , em seu primeiro dia de aula, com seu amigo o professor Garlatos discutiu sobre a cidade, e sobre o porquê dela ser tão parada desse jeito.Garlatos respondeu que a cidade era antigamente como a de Marries, só que veio uma família morar na cidade, e que esta família tomou o poder, e começou a comandar a cidade, a família “Rebusculos”. A Rebusculos era tão sombria quanto a cidade, e não tinha carater, seus integrantes eram perversos e se interessavam apenas em capital, em poder e em festas, de uma vez eles afundaram toda a cidade , e ficou tudo em choque , tudo parou e eles tomaram conta de tudo.
Hoje o neto do primeiro prefeito Rebusculos estudava na sala de Felicios e estava prestes a daqui alguns anos tomar conta da cidade, pois seu pai estava ficando velho e precisava de um sucessor.
Só que este neto, que se chamava Ulisses, era diferente da sua família, ele não concordava com as injustiças, só que era oprimido por seu pai e sua mãe a acreditar nessas convicções e isso foi até um tempo, chegando na adolescência ele começou a se revoltar e o que deixara a família preocupada, porque queria que a apatia na cidade continuasse.
Mal sabia, Felicios , Marries, Garlatos e Ulisses que as suas histórias estavam começando a cruzar e que poderiam mudar toda a sua cidade.

e confira, a página http://adeptosdarealidade.wordpress.com/musicas/

:)

Continua.

evol :)

(…)
“é misterioso, confuso e inconsequente,
inevitável e  benevolente.

é assim o amor, que não passa e não acaba
que não se assusta e não se cala

que vive, e não morre
que se embriaga sem porre
que nos deixa embaraçado
com vergonha, ou até amarrados
a esse sentimento , a essa emoção
que nos aperta bem lá no fundo
e nos deixa em uma ilusão

o amor, aquele que é acima de tudo
maior do que tudo e até do que o mundo
uma vontade doida de amar
que nos leva a outro estágio, que nos faz viajar

aquele que rima com a dor
e que não traz rancor
pois combina com tudo
com ou sem favor

aquele que com tudo não vale nada
sem ele é tudo em vão
aquele que cabe em qualquer vala
desde que se tenha um grande coração

João Vinícius”

Não ficou muito bom, vou ver se melhoro :)

As aventuras de Felicios e Marries – capítulo dois.

Quem nunca sofreu alguma coisa que não gostou? é quase que unanime essa resposta, e não foi diferente com Marries.
Felicios, já sofrera demais desde sua infância, mas , como já disse, ele era um garoto bom por dentro. Ele tinha aquele ar de guerrilheiro, e de querer mudar o seu mundo, mudar toda a forma de pensar. Sua mãe , que estava presa, sairia da prisão daqui a um mês e por mais do que ela tivesse feito, Felicios gostava dela, e tinha uma imensa saudade.
Há um tempo atrás , depois da morte de seu pai, Felicios era zombado na escola, chamavam-o de “sem-pai” de “filho-de-bandida” e isso o magoara demais. Ele sabia que sua mãe tinha errado, mas ela continuava a ser sua mãe, e sabia que ela só matou o seu pai por amor a ele (Felicios) , pois o pai chegava em casa alcoolizado e batia em seu filho e esposa. Felicios moldou seu carater nesse cenário de violênica, frio e de diversas adversidades.

Marries chegou feliz na cidade, cantarolando, brincando e foi até sua nova casa,junto com seus irmãos, que se encontrava na rua François Voltaire nº77 . Uma casa feia, grande e que tinha apenas 3 janelas e duas portas.Como toda a cidade, a casa era escura, em uma rua escura, com vizinhos frios e gélidos. Marries de príncipio quis mudar sua casa, e como uma menina, dona-de-casa resolveu trocara a cor de sua casa, e colocou um verde-limão , que chegava a arder os olhos, combinado com tons de branco e azul , a casa ficou bonita, ela trocou o jardim também, por flores e arvores pequenas. Sua casa mudou e chamava a atenção.
Marries entrou para o único colégio da cidade , o Pitorescus , essa escola de educação medieval e de alunos fanfarrões e arruaceiros era péssima para poder estudar, mas , era o único lugar que tinha, ela se conformou e foi. Na escola , as meninas não eram muito sociaveis, aliás , ninguém era sociável, Marries que era muito questionadora e faladeira se sentiu amedrontada em uma sala de pessoas anti-sociais e que não estavam nem aí.
Marries ficou amiga de alguém sim, de um professor, o professor de ciências sociais, seu nome era Garlatos. Garlatos fora exilado para o Vale do Truman, pois tinha sido preso em uma revolta em seu país e fora até lá em busca de uma vida melhor. Era o professor mais esculachado, pois promovia trabalhos de socialização, chamava a atenção dos alunos e queria que a escola mudasse, tinha o mesmo sentimento oculto de Felicios , que era o de poder mudar alguma coisa.

Continua…

As aventuras de Felicios e Marries – capítulo um

Era uma vez um adolescente bom, e que vivia em uma cidade de pessoas muito más, seu nome era Felicios.
Felicios era filho de um homem ruim que morreu assassinado por sua mãe ainda quando criança, e isso o traumatizara em demasia. Felicios estava cursando o segundo ano do ensino médio e era um garoto muito inteligente e sensato, embora toda a sua raiva com a vida e com os outros, ele tinha seus aspectos bons (embora poucos, mas tinha). Na sua cidade que se chamava Vale do Truman , era um lugar muito sombrio, escuro e que dificilmente alguém se falava, todos eram inimigos e viviam isolados.

Em uma cidade vizinha, havia uma menina chamada Marries e que oposto a Felicios era uma menina muito boa, generosa e amava muito sua família e sua cidade. Tinha muitos amigos e quase todos gostavam dela. Sua cidade embora pequena, havia muitas pessoas de bom coração , meigas e carinhosas, e ela se dava bem com quase todo mundo. Marries tinha dois irmãos mais novos, gêmeos. Seu pai , viúvo , perdeu a esposa em um acidente de avião, trabalhava muito e era Marries que cuidava de seus irmãos.

Certo dia, o pai de Marries, recebeu um aumento de salário e foi chamado para trabalhar no Vale do Truman. Pensou em rejeitar, pois a cidade tinha uma terrivel fama, só que voltou atrás, e aceitou, porque poderia trabalhar menos, ganhar mais, e ter tempo de ficar com seus filhos, o qual ele amava muito. Marries ficou aborrecida, deixaria todos seus amigos de sua cidade, só que gostou depois, porque ela conheceria gente nova, e com seu bom coração poderia ajudar aquele lugar , pobre menina, tardia seria sua tarefa, mas ela era confiante e foi junto com o pai. E depois de duas semanas Marries , seu pai e seus irmãos partem rumo ao Vale do Truman. Continua no próximo capitulo.

Filme – Tropa de Elite

Hoje, fui ver esse filme.
Gostei muito, bons atores, bom roteiro, boa fotografia.
E como todo filme brasileiro ele traz aquela reflexão das favelas brasileras, de como é e de como ninguém faz nada.

Mas, o que mais me chamou a atenção é para quem financia o tráfico, no caso a classe média e classe alta brasileira.
Porque parece que ninguém tem noção de quantos meninos(as) morrem nas favelas por causa de vício de playboy.
Porque atraídos para um prazer momentaneo, eles tiram aquele maior de uma criança.

E que na verdade, a culpa não é do fulano e do siclano, é nossa, que vêmos tudo isso e não fazemos absolutamente nada.

Pobre Brasil, é duro, mas só quando a necessidade aparecer que ele vai mudar.

PolitiCÚs

É a política hoje está inserida no contexto do ser humano.
Não vou ficar gastando teclado a tôa, e nem vou falar mal dos corruptos do Brasil.
Queria falar hoje sobre o outro lado da moeda.  O nosso.
É , como se fosse uma introspecção, olhar para dentro antes de falar mal dos outros, pois como dizia o grande sábio, o maior, “quem nunca errou, que atire a primeira pedra” é interessante, porquê todos falam mal dos nossos politicos, falam mal dos serviços publicos e se esquecem que estão sendo esses politicos, não ajudam em nada, vivem em uma futilidade.
A palavra politica, se não me engano, vem de relações entre pessoas, em comum, a polis, a cidade.
A politica é denominada para tentar ajudar, só que acaba atrapalhando. Porque para mudar não deve consertar quem está lá, mas sim consertar quem está aqui (nós). A chave para todas as respostas da politica, está na moral e na nossa mão. Está na consciência que deve ser aplicada, e não ficar apenas na consciência, está na vontade de mudar! Mude, para sairmos do CÚ do politicus, ficando com a politica que é apenas a relação inter-seres-humanos :)

João ['v]

Olá Mundo! :)

Começo hoje, este blog.
Depois de uma série de outros que não funcionaram direito, pretendo manter este.
Pretendo falar sobre mim, sobre os outros e sobre qualquer assunto.Mas fique tranquilo, não irei esbanjar do seu tempo, pois tempo é dinheiro neste mundo , não é?

Então, pode-se dizer que este é o primeiro de vários posts.
e nada mais justo do que ser normal e colocar “Olá Mundo!” no titulo.

Esta carta foi redigida por mim, a alguns meses atrás.

“Olá mundo, como você vai?
Bem, eu não estou bom não, estou cansado de você!
Cansado do que acontece em você, cansado das mentiras, do querer o capital, de jeitinhos , de mazelas, afinal… cansado.
Porque , neste mundo, as vezes, me vejo sem esperança e sem saída.
Em um mundo que o que querem cada vez mais é a vantagem, é o poder. É mundo, você não tomou cuidado direito.
Os seus habitantes inventaram informativos, para dizer como você está, e cada dia citam uma desgraça. Inventaram a religião e cada dia citam um deus. Inventaram os países , para poderem ser maiores que os outros e colocar isso em uma balança. Inventaram a comunicação, para poderem saber mais rápido o quanto você está doente, e parece que você não liga. Mundo, você é onde eu vivo, e tenho orgulho por isso, mas não desapareça, não suma, preciso de você.

Por favor, tome o antídoto para sua doença, que a sua cura seja o seu vírus.

João V. “

(: